O que esses 3 possuem em comum?
Já faz uns anos que eu não acompanho futebol. E quem me conhece há muito tempo sabe o quanto eu era fanático a ponto de ir ao estádio, saber todas as músicas de torcida do Fluminense, saber a escalação completa, incluindo reservas, acompanhar todos os jogos, quantidade de gols e cartões de cada jogador.
Era um passatempo que eu levava a sério. Hoje em dia eu tenho até orgulho de não saber se está tendo jogo. As pessoas mudam, gostos mudam. Mas este sentimento me intriga. (Nota: Eu ainda me empolgo bastante com a Copa do Mundo, acho que isso não vai se alterar com o tempo)
Por que ao ver uma pessoa comentando sobre futebol em alguma rede social eu me incomodo? Algo como "não quero saber sobre esse assunto modinha".
Modinha é um assunto que permeia meu pensamento. Eu sou o tipo de pessoa que quando vê que algo está começando a fazer muito sucesso (e não era algo que eu conhecia previamente) começa a achar que aquilo não merece tanta atenção e acaba achando que isso diminui o valor. Esse pensamento é claramente errado, por que a quantidade de sucesso ou popularidade de uma coisa não deveria influenciar a qualidade dela e menos ainda o meu gosto. Eu luto constantemente para evitar isso, mas é algo que realmente me afeta.
E dá pra perceber quando se trata de futebol. Eu vejo um comentário e penso "Nossa, como alguém pode perder tempo com isso", e aí eu paro e penso o quanto eu perco tempo com outras coisas que a maioria das pessoas acham muito mais perda de tempo.
A conclusão é essa. Cada pessoa tem seu passatempo, sua forma de aproveitar a vida, nenhum é melhor que outro. E também não é o nível de popularidade que vai indicar a qualidade ou o quanto aquilo é relevante pra cada pessoa. É algo que eu ainda tenho dificuldade de internalizar (ainda tenho esses pensamentos que afetam meus preconceitos).
Uma coisa é certa, entretanto, Magic: The Gathering é algo permanente em minha vida. Me define como pessoa. Se eu fizesse tatuagens, eu teria uma tatuagem de Magic.
O Fabuloso Universo Paralelo Alternativo de Um Palhaço Aleatório. (UPA UPA)
23 de ago. de 2020
Pizza de Calabresa
Julho de 2008.
Eu e alguns amigos que conheci no colégio participamos de uma caravana para ir a o Anime Friends em São Paulo. Em uma das noites, estamos com fome e pedimos um delivery de pizza para o hotel, localizado no bairro da Liberdade.
Foi meu primeiro contato com a pizza de calabresa sem queijo.
Desde então, sempre revivo o trauma quando esqueço dessa peculiaridade da cozinha paulistana e caio na armadilha.
Explico: A pizza de calabresa no Rio de Janeiro é como uma pizza de Pepperoni, com fatias de calabresa no lugar do Pepperoni. Muito queijo! Pra quem gosta desse tipo de pizza é um verdadeiro choque.
7 de jul. de 2020
29 de mar. de 2020
One Step From Eden
Singela Review.
O jogo não é para os de coração fraco. Isso vale pra mim. rs
Exige muita destreza/reflexo e é bem difícil sem modo easy pra você aproveitar a vista. Além de claro, ter a dificuldade clássica de roguelikes, com muito conteúdo bloqueado que demora séculos pra abrir (se você for tão ruim quanto eu). Não cheguei nem perto de ganhar uma Run e só tenho 2 personagens liberados, 3 se você considerar a variação de um (que de fato é uma build inicial diferente), e o jogo mostra uns 10 personagens pra liberar.
Mas até aí tudo bem, nunca zerei FTL e é um dos meus jogos digitais favoritos.
Do Slay the Spire ele pega toda a parte de montar o deck, ganhar perks aleatorios, fazer builds bem diferentes a cada run e toda a parte de escolher o path ate o boss, é claramente um roguelikezão. Nesse sentido ele manda muito bem, tem muitas formas de jogar diferente, cada personagem muda drasticamente o jogo também.
Do Megaman Battlenetwork ele só herda o grid e as formulas de ataque/efeitos, o que é legal, mas não é o que mais me interessa no Megaman, o que eu gostava eram as pausas para equipar de 10 em 10 segundos e o sistema de jogar cartas que o Keyforge copiou.
O sistema de jogar as cartas nesse é mais no estilo do Clash Royale, você tem uma barra de mana que regenera 0.5 por segundo e suas cartas custam mana, quando você usa todas as cartas ele reembaralha o deck (diferente do clash que tem um ciclo que repete).
É isso, no geral achei divertido e que valeu a pena a compra. Mas acho que não é meu estilo de jogo, já que eu prefiro jogos turn-based.
9 de out. de 2019
Esse documento não prova nada, prova só que o Coringa é um filho da puta!
Este vai ser meu segundo post sobre o filme, apesar do primeiro ser um pouco mais marshmelótico.
A verdade é o que o filme instiga, incomoda e impressiona.
"Eu gostei."
Isso eu posso dizer. Aliás, é o máximo que eu consigo gritar. O que guardo é bem mais denso e complexo, no entanto.
Sinto que faltou responsabilidade moral. Não é obrigatório em nenhuma obra, isso eu concordo plenamente. Assim como proibir jogos violentos não é a solução. Existe uma recomendação, e expectativa de supervisão parental.
Porém, esse é um filme de quadrinhos, de massa. O que induz inadvertidamente uma expectativa. Mas meu problema obviamente não é com as crianças. Só que faltou aí um soco do Batman.
Não pelo bem contra o mal, que de fato não é essencial. Mas por ser uma preocupação tão real e atual.
Eu senti muito um Requiem for a Dream. Apesar das referências mais diretas serem Taxi Driver, The King of Comedy, Dog Day Afternoon entre outros filmes que eu preciso ver. Mas pelo que li, o longa destoa de suas principais referências, no mesmo ponto que me preocupou.
Vou tentar novamente:
"Um filme muito bom, porém perigoso."
O primeiro ato excruciante nos leva naturalmente para uma transição totalmente crível. E por fim, o que eu fui ver: o Coringa, o Joker. Atuação fenomenal.
Fiquei com um gostinho de "quero mais", e a maldita sensação de incompletude que permeia este post. "Alguém dá uma voadora nesse cara, por gentileza?"
Fiquei preocupado com quem não tem a mínima noção do que é arte, mesmo com "20 anos de curso".
Fiquei satisfeito de ter sido frutífero evitar os trailers. E tranquilo de não ter sentido simpatia pelo personagem em seus momentos mais perversos após sua transformação.
Afinal, ainda é só um vilão.

A verdade é o que o filme instiga, incomoda e impressiona.
"Eu gostei."
Isso eu posso dizer. Aliás, é o máximo que eu consigo gritar. O que guardo é bem mais denso e complexo, no entanto.
Sinto que faltou responsabilidade moral. Não é obrigatório em nenhuma obra, isso eu concordo plenamente. Assim como proibir jogos violentos não é a solução. Existe uma recomendação, e expectativa de supervisão parental.
Porém, esse é um filme de quadrinhos, de massa. O que induz inadvertidamente uma expectativa. Mas meu problema obviamente não é com as crianças. Só que faltou aí um soco do Batman.
Não pelo bem contra o mal, que de fato não é essencial. Mas por ser uma preocupação tão real e atual.
Eu senti muito um Requiem for a Dream. Apesar das referências mais diretas serem Taxi Driver, The King of Comedy, Dog Day Afternoon entre outros filmes que eu preciso ver. Mas pelo que li, o longa destoa de suas principais referências, no mesmo ponto que me preocupou.
Vou tentar novamente:
"Um filme muito bom, porém perigoso."
O primeiro ato excruciante nos leva naturalmente para uma transição totalmente crível. E por fim, o que eu fui ver: o Coringa, o Joker. Atuação fenomenal.

Fiquei com um gostinho de "quero mais", e a maldita sensação de incompletude que permeia este post. "Alguém dá uma voadora nesse cara, por gentileza?"
Fiquei preocupado com quem não tem a mínima noção do que é arte, mesmo com "20 anos de curso".
Fiquei satisfeito de ter sido frutífero evitar os trailers. E tranquilo de não ter sentido simpatia pelo personagem em seus momentos mais perversos após sua transformação.
Afinal, ainda é só um vilão.
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